Próximo Filme do Canal

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TITULO 2

Compre seu ingresso para o próximo filme do canal!

A cada produção mais elaborada do canal (que eu carinhosamente chamo de meus filmes), eu abro a possibilidade de que quem se interessar pelo projeto em questão compre um ingresso para ajudar a financiá-lo. Quem compra o ingresso tem acesso garantido a este filme.

Se a bilheteria mínima estipulada no projeto é atingida, o vídeo fica também público no canal no Youtube para que todos possam assistir de forma gratuita.

Essa é uma forma de você apoiar os projetos com os quais se identificar e assim permitir que eu publique estes conteúdos de forma gratuita para que todos possam assistir. O crowdfunding ativo atualmente é:

Segundo Vídeo da Série “Desmistificando a Física Quântica”

TEMPO É DINHEIRO

email imobiliária

Enviei um e-mail para a imobiliária perguntando se eles aceitariam vídeos sobre um tema fascinante da Física como pagamento do aluguel, mas como não recebi resposta até então, imagino que conhecimento científico não seja uma moeda muito útil pra eles. Idem pra loja onde compro ração e brinquedos pro Pingo.

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Você teria coragem de olhar nessa carinha e recusar comprar seu ingresso? 

Eu adoraria pagar minhas contas com pesquisa e me alimentar de conhecimento, mas infelizmente não é assim que funciona nossa sociedade.

Hoje já existe um grupo de pessoas incríveis que valoriza o trabalho que faço e me ajuda a ter uma renda extra para que eu possa continuar produzindo os vídeos regulares do canal mensalmente – e se você é um deles, eu agradeço, e aviso de antemão que todos que me apoiam mensalmente já terão os benefícios da campanha ativa (que sejam correspondentes ao valor de seu apoio mensal).

O problema é que, como já disse, não há como eu produzir esta série de vídeos – e outros vídeos mais aprofundados – no tempo disponível entre um Primata Jogante e uma Live Primata, e este sistema de apoios recorrente não gera atualmente renda suficiente para que eu continue me dedicando a vídeos que gastem tanto tempo para produzir.

Vídeos deste tipo personificam o ditado “tempo é dinheiro”, porque cada etapa na produção deles gasta tempo de verdade.

NÃO ENCONTREI CASAS DE CÂMBIO QUE FAÇAM CONHECIMENTO-R$

 

Como já disse em outras ocasiões, para o Youtube o que conta é quantidade de anúncios. Não importa se o vídeo levou um dia ou um ano pra ser feito: o que importa é quantas vezes apareceu um anúncio no vídeo depois que ele foi postado.

Não é à toa que o conteúdo no Youtube seja como é: a plataforma funciona melhor pra quem posta muito. É uma “lei da física” no youtube: postar mais gera mais views inéditas, o que gera mais público, o que gera mais anúncios, o que torna o trabalho mais rentável.

Pelas razões que expliquei no texto inteiro, não dá pra esperar vídeos tão elaborados e com uma produção tão trabalhosa de um youtuber que faz todo o trabalho sozinho e ainda tem como foco principal FÍSICA (que, como todos sabemos, é um dos assuntos mais populares em mesas de bares e uma das matérias mais amadas por estudantes do Brasil inteiro).

Eu poderia até cobrar pelo acesso aos vídeos de forma a bancar esta produção, como já acontece com séries do YoutubePremium atualmente.

Estas séries do YoutubePremium são bem trabalhadas e bem produzidas exatamente porque possuem um custo de produção alto bancado pelo site e também geram um retorno financeiro pela venda deste conteúdo – já que ele não é disponibilizado de graça.

Porém, um dos meus grandes objetivos com estes vídeos é disponibilizar e divulgar este conhecimento a todos, independente da idade ou condição financeira.

O que me resta então é tentar encontrar pessoas que vejam valor na existência deste conteúdo de forma gratuita e acessível pra todos, em língua portuguesa, sobre um dos temas mais complexos e fascinantes da ciência moderna, na forma de vídeos compreensíveis e, não menos importante, legais de assistir.

Se você for uma dessas pessoas, você pode me ajudar a fazer a conversão Conhecimento-R$, e assim tornar possível que eu me dedique a produzir esta série de vídeos.

UM NOVO MODELO NA PRODUÇÃO DE VÍDEOS – QUE NA VERDADE É BEM VELHO

Quando você assiste um filme, já se perguntou como foi possível a produção dele ser tão cara e você ter pago tão barato para assistir? (ou ainda você estar vendo de graça devido ao milagre da internet?)

Parece óbvio, mas o fato é que filmes possuem um modelo que visa gerar um retorno financeiro para custear a produção e também remunerar de forma justa os envolvidos, além de obter lucro para a produtora.

E a forma como eles obtém esse retorno é simples: a venda do filme. Em geral a maior parte vem das bilheterias – pessoas que pagam um valor pequeno pra ter o direito de assistir o filme numa tela de cinema; outra de produtos e merchandising – patrocinadores, canecas, brinquedos, colecionáveis, etc.; outras da venda do filme em diversos meios – blu-ray, locação on-line, etc..

Deadpool custou 58 milhões de dólares para ser produzido (o que é barato para uma produtora de Hollywood) e gerou um retorno de 783 milhões de dólares (o que é muito dinheiro pra qualquer pessoa ou empresa nesse mundo).

Deadpool deitado de lado

Mas você provavelmente pagou menos de 25 reais pra assistir (ou ainda, viu ilegalmente de graça, pelo milagre da internet).

Já nós que produzimos vídeos para o Youtube não vendemos nossos vídeos, disponibilizamos de graça! Isso porque somos produtores independentes e nossos vídeos também não custam um zilhão de dólares para ser produzidos – e até por isso não podemos usar os mesmos efeitos especiais, equipes gigantescas para cada detalhe dos vídeos e, principalmente, não podemos levar três anos pra produzir nossos vídeos como acontece com filmes e séries.

Queria que nossos vídeos fossem tão bem produzidos quanto um filme de Hollywood? Bem, esta é a razão de ainda não ser assim.

Embora o termo “youtuber” seja hoje muito popular, ele não faz muito sentido. É como chamar qualquer pessoa que trabalha em bancos de “banqueiro”, ou chamar o recepcionista do Projac de “global”. Passa a ideia injusta de que essas pessoas desfrutam dos mesmos benefícios de todas as outras que trabalham ou que são donas dessas empresas.

Sempre que alguém me pergunta “você trabalha com quê?”, a única resposta que me sinto confortável em oferecer é “eu sou produtor de vídeos e faço vídeos de ciência”.

Como então tentar gerar uma remuneração mais justa pra mim, como produtor de vídeos, que permita que eu dedique tempo e recursos a cada um destes vídeos e, ao mesmo tempo, permita também que eu os disponibilize de graça pra que todos tenham acesso ao conhecimento científico?

COMPRE SEU INGRESSO

A ideia é que você a partir de agora tenha a opção de comprar um ingresso para cada um dos vídeos mais elaborados do canal.

A soma de todos os ingressos vai gerar uma bilheteria que permita que eu invista mais dinheiro na produção de cada vídeo individual, assim como também vai fazer com que o canal seja um empreendimento rentável – independente do Youtube, patrocínios e produtos.

Eu sou só um, e os vídeos serão melhores se eu puder me focar em trabalhar especificamente em produzir os vídeos (ao invés de tentar inventar produtos pra vender pra vocês e só de vez em quando falar de ciência). Além disso, se você não gosta de ver o youtuber parando de falar do assunto do vídeo pra fazer propaganda, acredite que eu gosto menos ainda.

Que tal eliminarmos a necessidade disso?

A partir de agora, você poderá comprar um ingresso antecipado para cada um dos vídeos mais elaborados do canal. E assim, o vídeo vira o produto que eu vou “vender” para uma parcela de vocês que queira e possa financiar este projeto.

Assim que a bilheteria mínima for atingida, o vídeo será também liberado de forma pública no Primata Falante no youtube, pra que todo mundo possa ver de graça (diferente dos filmes hollywoodianos que já arrecadam milhões com bilheteria e continuam cobrando sempre) e de consciência tranquila por não estar praticando pirataria (eu sei que ninguém se sente culpado normalmente, mas dessa vez você saberá que quem trabalhou duro pra produzir o conteúdo também se beneficiou nesta dinâmica).

FAZENDO A BILHETERIA

Obviamente meus vídeos não tem um custo de produção hollywoodiana (ao menos não por enquanto, mas quem sabe um dia?). Então a bilheteria mínima de cada vídeo vai ser um valor que vise tanto uma remuneração pelo meu trabalho quanto também um custo que permita eu gastar mais tempo e mais recursos na produção do vídeo em específico.

Quanto maior for a bilheteria arrecadada, mais recursos eu posso gastar na produção do vídeo específico e nos outros do canal (posso marcar visitas a laboratórios, entrevistas com pesquisadores da área, pagar editores, comprar equipamento profissional pra melhorar a qualidade audiovisual, ter mais tempo para trabalhar nos vídeos e dedicar mais a cada etapa, inserir mais ideias, pagar passagens pra gravar colabs, etc.).

Ninguém vai individualmente pagar pela produção de nenhum vídeo.

O que você pode fazer é comprar o seu ingresso – e decidir que valor pagar a partir do valor mínimo, de acordo com o que você pode e também que considera que este vídeo específico merece. Cada ingresso te dá também benefícios extra, que você pode conferir de campanha a campanha.

Esta é a primeira campanha, mas a ideia é que, a partir daqui, eu lance de projeto a projeto uma nova campanha, com o fim de criar uma dinâmica de produção onde:

1 – o conteúdo possa existir em português e num formato interessante de assistir;

2 – eu possa ser remunerado de forma justa pelo trabalho dedicado a cada um destes vídeos, e dedicar tempo a produzir estes vídeos mais elaborados seja um empreendimento rentável para mim independente de patrocinadores e também do próprio Youtube;

3 – aqueles que vejam valor na existência deste conteúdo em português possam “comprar” estes vídeos sem que eu precise impedir o acesso àqueles que não tem condição de fazer o mesmo;

4 – este conteúdo continue sendo disponível e acessível de forma gratuita para qualquer pessoa que tenha acesso à internet – independente de sua condição financeira ou social.

SOMOS UM GRUPO

Acima de tudo, tenha em mente que não espero que você financie este projeto nem que todos paguem pra assistir meus vídeos. Se fosse pra uma pessoa sozinha financiar este trabalho, eu mesmo o faria.

O linguajar “ingresso”, “bilheteria” e outros é só uma forma de alertar aqueles que consomem este conteúdo que ele é um trabalho profissional, mas que nós que somos produtores individuais (em especial nós que divulgamos ciência) não temos acesso aos recursos e ao lucro gigantesco que grandes produtoras de filmes tem.

A única coisa que temos a mais que produtoras hollywoodianas é a paixão pelo que fazemos e a dedicação a levar o conhecimento a todos, na busca de ajudar a ciência brasileira a avançar.

De fato, este e os outros projetos são crowdfundings – formas de você, que gosta de consumir este conteúdo e acredita na importância dele, me ajudar a produzi-lo mais vezes e com mais qualidade.

A ideia é que diversas pessoas participem com quanto puderem, e a soma de todos torne possível a produção de cada vídeo – e torne também rentável este trabalho para mim.

Caso a campanha de cada vídeo seja mais bem-sucedida que o esperado, posso gastar mais tempo para tornar o vídeo ainda melhor.

Conto com vocês.

Davi Simões (Primata Falante)

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