A Rebeldia dos Elétrons | Desmistificando a Física Quântica #01

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2 comentários

  1. Sobre a questao da fenda dupla. Sempre ouvi a explicacao de que cada eletron mesmo sendo lancado individualmente acaba interagindo com ele proprio, como se ele estivesse passando pelas duas fendas ao mesmo tempo. Sempre achei um pouco estranha esta explicacao porque se ele estivesse interagindo com ele proprio individualmente nao seria suficiente para formar o padrao de onda. A forma mais obvia de gerar o padrao de onda seria realmente lancar todos os eletrons ao mesmo tempo, o que geraria o mesmo efeito da superficie da agua com suas trihoes de moleculas interagindo ao mesmo tempo. Ao inves de falar que cada eletron está interagindo com ele proprio, deveriamos falar que todos os eletrons estao interagindo com todos os outros envolvidos no experimento. Considerando que lancar os eletrons individualmente gera o mesmo efeito de lancar todos os eletrons ao mesmo tempo, poderia nos levar a considerar simplesmente que o experimento desconsidera a passagem do tempo. Os mecanismos que usamos no nosso mundo para definir a passagem do tempo nao ocorrem durante todo o experimento da fenda dupla. Estamos impondo ao experimento uma passagem de tempo que só existe fora do experimento. Ao desconsiderar a passagem do tempo, o experimento com eletrons se torna tao simples quanto o experimento com agua.

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  2. Não sou físico, nem estudo física, mas uma coisa que me ocorreu nessa questão da fenda dupla é a seguinte: E se o elétron ao se propagar pelo espaço, provoca uma mudança no espaço-tempo por sua velocidade, de acordo com os princípios da relatividade? Ao encurtar o espaço, ele poderia parecer para o observador externo que ele navega sobre um espaço-tempo “enrrugado”, transformando seu deslocamento de uma linha reta para uma ondulada, dando a ele as propriedades de ondas. Em suma, ao ser jogado contra a fenda dupla, a partícula modificaria o espaço em que navega. Se fosse possível um observador dentro do elétron, ele veria o espaço como reto, e seguiria em linha reta. Mas para um observador de fora, o espaço estaria distorcido – no caso enrrugado – fazendo com o que o elétron se deslocasse fazendo o trajeto semelhante a uma onda e tendo assim suas propriedades, já que o espaço estaria deformado ao passar pelas duas fendas. Ao passar pelas fendas, ele seguiria o padrão ondulado do espaço-tempo distorcido, causando o resultado de interferência observado no experimento.

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